Pasquim

O Pasquim (editado entre 26 de junho de 1969 e 11 de novembro de 1991) foi um dos poucos veículos de comunicação dissonantes do regime militar, principalmente durante a promulgação do tenebroso AI-5.
De 20 mil a 200 mil exemplares, marcou profundamente a história do Brasil com seu humor inteligente, arte rebelde, atitude de enfrentamento pelas vias intelectuais, e influenciando decisivamente na consolidação das artes gráficas: Jaguar, Millôr Fernandes, Jô Soares, Henfil, Paulo Francis, Ziraldo, Sérgio Cabral, Chico Anísio, Ivan Lessa, Tarso de Castro, Aracy de Almeida e vários nomes do jornalismo, das artes, da literatura e do cartum nacional estiveram presentes n’O Pasquim.

 

Pasquim (1)

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Certinhas do Lalau

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