O discreto charme de Lou Doillon

Lou Doillon - Places

20 anos ela já trabalhava para a Maison Givenchy. Mas ela também se tornou uma atriz precoce, e, aos 16 anos, protagonizava Trop Peu D’Amour, filme escrito e dirigido por seu pai, e inspirado nela, que foi bem rebelde durante a adolescência. Agora, aos 30 anos, estreia como cantora. Places segue o EP lançado há seis meses, que já anunciava que sua entrada seria tão discreta quanto charmosa e intimista. E, apesar de ter vivido sempre na França, é ao inglês, sua língua materna, que ela gosta de recorrer desde que começou a brincar com o violão, ainda na adolescência.
Apostando num pop acústico, sóbrio e calcado no folk, Lou fala de dissabores amorosos basicamente, brinca com opostos (Questions and Answers, Devil or Angel) e também se indigna com a condição humana. Suas letras vão a fundo na desilusão e têm uma estrutura fácil ao cinema – ouça a faixa que abre o título, I.C.U., antes de ver o clipe disponível na internet. Qualquer semelhança entre sua imaginação e as imagens não será mera coincidência.
‘Places’, que deve ser lançado no Brasil no início de 2013, é uma estreia bastante promissora para Lou Doillon, e não tardará muito para que seu nome seja reconhecido sem que se precise relembrar seus laços familiares.

Places | Lou Doillon | Universal

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